27 de abril de 2017

Meus Escritos #3: A Guerra dos Criativos

O primeiro pilar do que viria a ser o Lordeverso, A Guerra dos Criativos é um dos romances que mais me orgulho de ter escrito. Planejado inicialmente como uma trilogia de novelas, acabei por lançar um único volume, numa edição com mais de 400 páginas, incluindo um conto sobre a perspectiva de Zarak, um dos personagens mais queridos da história.

Embora seja um livro relativamente conhecido, há quem ainda não conheça ou saiba sobre suas origens e o que estar por vir.

Art by Tyler Jacobson
Falar sobre A Guerra dos Criativos e não mencionar o conto Zarak, o Monstrinho é uma afronta, então tudo começou com a história sobre a visita de um amigo imaginário a um aspirante a escritor (no caso, eu), passou por uma paródia natalina, O Natal de Zarak, e chegou no romance.

Escrito entre 2011 e 2012, a história se concentra na participação de Alec Silva numa guerra de mentes criativas, um evento que pode mudá-lo para sempre. Uma mistura de fantasia e autobiografia, assim como as obras mencionadas anteriormente, o romance introduz elementos que serão explorados mais profundamente nos livros posteriores, principalmente na trilogia Mundos em Conflito, onde conheceremos ainda mais detalhes dos eventos mostrados em A Guerra dos Criativos.

As pessoas sempre me perguntam de onde vieram as ideias e inspirações para esta história. Embora haja fatos verídicos e muitas homenagens a coisas que gosto, quase tudo ali foi escrito por puro e simples improviso. O tom vai aos poucos se tornando mais sombrio, enquanto acompanhamos o desenrolar de uma jornada e das últimas batalhas. Na nova edição, cujo subtítulo é Jornada aos Pilares, preferi eliminar parte dos trechos autobiográficos e incluir mais detalhes que conduzam para Colisão, além de incluir o conto Zarak, o Monstrinho.

Você vai perceber, se prestar um pouco de atenção, influência de antigos jogos do Master System, em especial os de plataforma e RPG; vai identificar referências a alguns animes, como Pokémon e Digimon, inclusive no duelo de criaturas; vai notar homenagens a filmes.

Mesma que faça parte de um universo maior, A Guerra dos Criativos pode ser lido isoladamente (um cuidado que tive com quase todas as obras do Lordeverso, com pequenas exceções nas pertencentes a séries literárias ou sequenciais). Talvez cause algum estranhamento por não seguir a fantasia mais convencional ou mainstream, talvez não agrade algumas decisões do protagonista, talvez agrade...

De qualquer modo, é um romance que me orgulho muito de ter escrito. E de ser o convite para conhecer o vasto Lordeverso.

Ah, e o subtítulo Jornada aos Pilares foi acrescentado na nova edição porque haverá um segundo romance, pora intitulado A Guerra dos Criativos - O Cântico de Sephora.


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