28 de junho de 2017

Sobre o que publiquei de janeiro a junho de 2017


Primeiro semestre de 2017 quase concluído. Seis meses bem complicados para o mundo... e para mim. Mas me sinto contente de ter conseguido cumprir metade de meu objetivo como escritor: publicar, mensalmente, ao menos um e-book na Amazon.

Eu não sei se conseguirei repetir a façanha nos meses seguintes por diversos motivos e fatores, porém é gratificante, nesta pequena fase de minha vida, nessa transação de um momento a outro, de desapego a algumas coisas, de buscas por novos rumos, ter alcançado um objetivo tão... significativo.

Este blog também teve papel importante nos primeiros meses, e agora posso desacelerar suas publicações, mesmo que isso signifique perder drasticamente números de acessos diários. Há postagens aqui o bastante para muitos, além de conter coisas que gosto e queria compartilhar, e deve vir mais, contudo num ritmo mais sossegado.

De janeiro a junho, que está quase se encerrando, a vida foi se encarregando de me apresenar os títulos a serem publicados.

Em janeiro, teve A sombra do Cão, noveleta que faz parte de um romance fix-up, O Cão Negro, que enrolo há anos para concluir; tem um quê de horror sobrenatural e gore com lembranças de minhas visitas à fazenda de meu falecido avô paterno. Aproveitei para publicar dois contos com temática steampunk/western com elementos fantásticos e sobrenaturais em Westlich, além de publicar Esclera, primeiro conto da série Paracosmos, que estava em uma antologia de contos cospiratórios.

Fevereiro começou com o conto infantil Rube ganhando tradução para os idiomas inglês e italiano. Estudos Hospitalares, um conto de suspense e horror também teve uma tradução, podendo ser lido por países de língua espanhola. E publiquei o conto O Jardim Celestial de Guilherme, um dos primeiros trabalhos meus publicados, em 2011, num livro de contos e noveletas.

Para março, publiquei Doces Sonhos, um conto de fantasia sombria que surgiu após eu ouvir muito Sweet Dreams e ficar fascinado com uma arte de Luis Royo. E mostrei meu lado humorístico com O Ataque dos Zumpiros, uma história que estava inacabada que surgiu alguns anos atrás, depois de uma conversa hilária com uma (ex)amiga. E Westlich ganhou tradução para a língua inglesa.

Em abril, publiquei uma nova história de A Senhora da Espada Vitoriosa, um conto sobre fins e recomeços, O Templo da Mãe-Negra.

Maio teve novo título do projeto Primórdios do Fantástico Brasileiro, que é uma parceria com Samuel Cardeal: lançamos Nelumbia, de Narcisa Amália de Campos, numa edição inédita. E dois títulos de Paracosmos foram publicados: Subversão, que tem alguns elementos lovecraftianos, e Fragilidade, escrito após eu me sentir incomodado com uma série da Netflix. E ainda deu tempo para sair um e-book em parceria com Samuel, Gótico, Impassível e Picante.

E em junho publiquei, por fim, uma pequena coletânea de contos, A Sublime Elegância do Caos.

0 comentários:

Postar um comentário