Minha alma pulp clama por experimentação

Arte de Robert Fuqua (1905-1959)
O quarto mês de 2018 avança.

Por ora, já consegui publicar 5 títulos, iniciando a campanha em dezembro do ano passado: ZaíraA Estrela, Obsolescência, O Cão Negro e, por fim, Lésmicas. Por ora, respectivamente, já cobri os gêneros de fantasia sombria, fantasia épica, distopia, horror e sátira.

Para os próximos meses, a meta é publicar, um por mês, títulos que cubram a fantasia urbana, fantasia infantojuvenil, stonerpunk e novela policial.

Há contos, noveletas, novelas e alguns romances na longa fila, mas creio que eu não vá conseguir entregar, este ano, algo com mais de 50 mil palavras. Então vou me concentrar em obras menores, histórias que fui deixando pela metade, aventuras que posso entregar até dezembro deste ano.

Enquanto digito este texto diretamente no blog, estou com um projeto quase pronto que me foi encomendado; cyberpunk, um gênero um pouco complicado de se fazer, pois envolve muita pesquisa científica. Nos documentos recentes que abri, um romance planetário em parceria, que precisarei reformar, uma fantasia urbana numa Londres alternativa, um romance de horror cósmico e fantasia que depende da leitura futura de um clássico que está para ser lançado...

Eu gosto de ser versátil, de não ter medo de arriscar algo novo, de errar e ver que aquilo não combina comigo; às vezes não acerto de imediato, mas um dia esbarro no tom adequado, no melhor estilo. É assim que algumas ideias se formam, nascendo de aglomerados de tentativas, de erros e acertos, de experimentações, de ajustes e reajustes.

O fato é que eu não gosto de me ver rotulado como escritor de um gênero ou dois, se posso experimentar dezenas; não me apetece a honra de ser visto como autor de uma ideia ou duas, se posso tentar e escrever várias e várias seguidas, errando numas e acertando noutras.

Então... que 2018 seja um ano que eu possa explorar melhor minhas ideias e cumprir a cota mensal de um título publicado na Amazon, seja conto, noveleta ou novela.