PseudoCrítica #5: The Spiderwick Chronicles (2008)


SINOPSE:
Após a separação dos pais, dois garotos gêmeos, Jared e Simon e sua irmã Mallory se mudam com a mãe para uma casa em ruínas. Através de um livro mágico, eles se vêem transportados para um mundo de fantásticas criaturas. Baseado na série de livros homônima de Tony DiTerlizzi e Holly Black.

Eu particularmente gosto muito deste filme. Quando o vi, pela primeira vez, ainda estava ensaiando passos na escrita, e tinha acabado de me maravilhar com O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, então estava na ânsia de outro filme de fantasia que me levasse a um mundo de criaturas mágicas.

As Crônicas de Spiderwick, aliás, é uma película que envelheceu relativamente bem, ainda possuindo toda a magia que se espera de uma história sobre crianças lidando com monstros que querem se apossar de segredos que podem alterar a natureza das coisas. O CGI das criaturas ainda estão muito bons, o que é ótimo, uma vez que são os duendes, fadas, grifos e ogros as principais estrelas do show.

"Olha ali, garoto, tem um monte de livros em promoção!"
Ainda que tomem diversas liberdades, o roteiro mostra as criaturas de maneira a torná-las parte da natureza, com hábitos definidos, alimentação e características que as tornam únicas: de um trasgo que se alimenta compulsivamente de pássaros a sílfides que, com seu canto, hipnotizam pessoas, As Crônicas de Spiderwick consegue desenvolver um pouco uma mitologia própria, influenciada por contos de fadas e folclore américo-europeu.

Pode não ser o melhor filme do mundo, mas, para quem aprecia uma aventura divertida, com pitadas de emoção e muita magia, ah, com certeza é uma excelente pedida!

0 comentários:

Postar um comentário