Livros que li #1: Janeiro de 2019

Buscando ampliar e diversificar o conteúdo deste blog, notei que as postagens de resenhas acabam sendo bastante seletivas, impedindo que eu mantenha uma frequência maior de recomendações.

Então, para resolver parcialmente essa questão, vou tentar sempre postar, mensalmente, os livros que andei lendo no mês anterior à postagem.

Começando um pouco atrasado, eis o que li em janeiro deste ano:

A foto ficou meio escura, mas os títulos estão abaixo.
Sobre a Escrita - A Arte em Memórias, de Stephen King, eu tinha começado a ler ano passado. Acabou sendo uma leitura que atravessou a mudança de ano e umas reviravoltas nada legais em minha vida. E acho que por isso o livro, de um autor que nem sou fã, uma obra meio autobiográfica, meio sobre escrita criativa, acabou se tornando um dos livros que mais gostei até o momento este ano. Mesmo se você não goste do King, como é o meu caso, é uma obra que merece uma olhada.

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling, devo ter demorado aproximadamente uma semana. Talvez seja a tradução, talvez seja o estilo da autora, mas a história possui momentos enfadonhos ou que ficaram estranhos demais. Ainda que seja uma literatura focada no público infantil, há passagens que soam ingênuas demais ou com soluções fáceis demais a situações complicadas demais. Vale uma olhada, mas não é um espétaculo todo como dizem os fãs.

Para conhecer o candomblé, de Ademir Barbosa Júnior, é outro livro de não-ficção que li em janeiro. Bem resumido, porém com informações claras e abrindo margem tanto para a questão religiosa quanto mitológica envolvendo o candomblé, é uma boa base para quem, como eu, quer conhecer um pouco da religião. E o preço do livro está bem em conta, podendo até ser chamado em bancas de jornais.

O Chamado de Cthulhu e Outros Contos, de H. P. Lovecraft, é, na verdade, parte de uma trilogia de livros breves, lançados por aqui, que reúne contos e noveletas de um dos escritores de horror mais importantes do século passado. É um material bom para quem quer começar a ler e conhecer o autor, porém não traz muitas novidades para quem já o conhece há algum tempo.

O auto da maga Josefa, de Paola Siviero, cuja resenha foi postada recentemente, foi o único e-book que li até o momento, sendo praticamente o último livro lido em janeiro, em um período de poucas horas, de tão gostosa que foi sua leitura. Recomendo muito!

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