"Contos de fadas são mais que verdade; não porque nos dizem que dragões existem, mas porque eles nos dizem que dragões podem ser derrotados." G. K. Chesterton

Trailers Fantásticos #16: Assassin’s Creed Valhalla [2020]

Para quem é fã da franquia Assassin's Creed, curte a série Vikings e pirou na recente aventura de Kratos, Valhalla está chegando!


Segundo a página Nerd Maldito, "Assassin’s Creed Valhalla, o próximo jogo da série Assassin's Creed. Ambientado na Era Viking, o game será lançado no final do ano para Xbox Series X, PlayStation 5, Xbox One, PlayStation 4, Windows PC, Stadia e UPLAY+, o serviço de assinatura da Ubisoft.

"Desenvolvido pelo mesmo time responsável por Assassin's Creed Black Flag e Assassin's Creed Origins, na Ubisoft Montreal, Assassin's Creed Valhalla convida os jogadores a viverem a saga de Eivor, um feroz guerreiro viking criado em um ambiente cercado de lendas sobre batalhas e glórias. O novo game oferece uma experiência viking arrebatadora e transporta os jogadores para um dinâmico e belo mapa de mundo aberto que contrasta com o cenário brutal da Idade das Trevas na Inglaterra. Para ganhar seu lugar entre os deuses em Valhalla, os jogadores precisarão saber usar novos recursos e habilidades, realizando invasões, aumentando seus assentamentos e demonstrando poder e influência.

"'Mal podemos esperar até que os jogadores vivenciem essa incrível jornada viking”, disse Ashraf Ismail, diretor criativo de Assassin’s Valhalla. "Na pele de Eivor, um invasor viking e líder de clã, os jogadores enfrentarão grandes desafios para estabelecerem um novo lar enquanto lutam pelo poder e controle da Inglaterra." Em Assassin’s Creed Valhalla será possível escolher entre jogar como um Eivor masculino ou feminino, e usar ferramentas de customização, incluindo cabelo, tatuagens, roupas, pinturas de guerra e equipamentos. Alianças políticas, decisões de combate e opções de diálogo vão impactar a trajetória dos jogadores em Assassin's Creed Valhalla, e, por isso, será fundamental estabelecer estratégias para proteger o lar e o futuro de seu clã.

"Partindo da Noruega, por meio de guerras infinitas e com recursos cada vez mais escassos durante o século IX d.C., os jogadores conduzirão o clã nórdico de Eivor através do gelado Mar do Norte até as ricas terras dos reinos controlados pela Inglaterra. Será preciso estabelecer um novo destino para seu clã, batalhando ao implacável estilo de luta dos guerreiros vikings, apresentados no jogo a partir de um sistema de combate renovado, que inclui a capacidade de manejar duas armas ao mesmo tempo, e enfrentar a maior variedade de inimigos já vista na série. Com poucos recursos à disposição, os jogadores irão liderar ataques a qualquer local promissor que encontrarem no litoral utilizando seus barcos e adquirindo riquezas. Conforme os vikings se estabelecem em novos lugares, encontram a resistência dos saxões, como o rei Aelfred de Wessex. Contra todas as probabilidades, Eivor deve fazer o que for necessário para manter Valhalla ao seu alcance."



Caso vocês não seja fluente no idioma inglês, segue o trailer dublado:



Sobre a tal maturidade literária


A maturidade literária chega para todos, em diferentes níveis.

E não me refiro a algo específico, uma vez que, no meu caso, alcancei uma boa escrita (aos meus olhos) apenas após 6 anos de escrita quase ininterrupta em diversos cadernos e folhas sulfite; aprendi a respeitar o gosto alheio por leitura somente há pouco mais de cinco anos; e me permiti ler obras que jamais imaginei ler.

A maturidade reside em se olhar para os problemas e não se julgar capaz de solucioná-los ao seu modo, e sim buscar, com outras pessoas, soluções em cima de diversos pontos de vista.

Você passa a enxergar com o olho do outro, ciente de que todos temos limitações e pontos fortes.

Eu, por exemplo, não consigo prolongar nenhum texto para que tenha mais de 40 mil palavras há uns bons anos, contudo me saio bem com um espaço limitado de 2 mil caracteres. Assim como tem gente que se empolga e cria uma trilogia extensa e concisa, bem construída, mas se perde na elaboração de uma mera sinopse.

Os anos de tretas literárias me serviram para que eu conhecesse diversas realidades, saísse inúmeras vezes de meu confortável ambiente de leitor de literatura fantástica e percebesse minhas falhas, assim como as alheias. Há um peso na vivência que está além da zona de conforto, além de querer estar certo ou se achar certo. Pois um escritor, uma vez li em algum lugar, é como um historador de seu tempo, contudo ele imprime em seus textos todas as suas opiniões.

Há uma tendência elitista de nossa parte, seja escritor branco ou negro, hétero ou LGBTQA+, pobre ou classe média, em julgarmos senhores de verdades absolutas sobre assuntos diversos. Não nego que um escritor negro conhece mais sobre racismo do que um branco, mas que conhecimento tem um negro de classe média, que estudou a vida inteira em escolas e colégios particulares, perto de um que dividia seu tempo entre estudar numa escola pública e ajudar na renda familiar?

Indo além, e me usando de novo como exemplo, eu evito dar dicas de escrita justamente porque reconheço, em uma longa linha de milhares de anos, não ser mais do que um mero grão de areia num deserto de literatura. Pois, creio eu, minha maturidade está em saber quem sou e onde estou, e não ambicionar estar além daquilo que posso oferecer.

E há uma pegadinha interessante na tal maturidade literária: um dia, eu abri os olhos e notei que não bastava apenas criticar o mercado e me recusar a fazer parte dele. Eu precisava apontar caminhos, elevar quem estivesse ao meu redor e pudesse fazer a diferença. É sábio que um general busca a vitória sem causar perdas a ambos os exércitos. E a destruição é uma forma de se criar.

Maturidade literária é oferecer o que se tem, mas sem nunca se proclamar mestre. É saber que suas palavras, ditas ou escritas, e suas ações, feitas ou não, ecoam pela eternidade. E tem severas consequências.